
Centenas de comissários de bordo da Qantas que atendem voos charter fly-in-fly-out (FIFO) para mineração na Austrália Ocidental votaram a favor de uma ação industrial protegida após a paralisação das negociações para um novo acordo coletivo. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes informou, no final do dia 10 de janeiro, que paralisações de até 24 horas podem começar com aviso prévio de sete dias caso não haja acordo.
As ligações FIFO entre Perth e os remotos aeródromos de Pilbara e Kimberley são essenciais para os setores australianos de minério de ferro e GNL. Qualquer interrupção forçaria as empresas de recursos a adiar trocas de turno ou contratar aeronaves substitutas em caráter emergencial. Analistas estimam que até mesmo uma paralisação de um dia poderia deixar 6.000 trabalhadores retidos e causar prejuízos superiores a 40 milhões de dólares australianos em produtividade para as mineradoras.
O sindicato reivindica aumentos salariais que acompanhem os índices de custo de vida do continente e igualdade nos auxílios para pernoite em relação às equipes principais da Qantas. A Qantas argumenta que sua subsidiária Network Aviation já paga acima dos valores previstos e que a baixa demanda no transporte internacional de cargas limita a possibilidade de aumentos. As negociações na Comissão de Trabalho Justo serão retomadas esta semana.
Gestores de mobilidade que transferem funcionários ou contratados para projetos na Austrália Ocidental devem ativar planos de contingência — reservando tarifas flexíveis, considerando os voos públicos da Jetstar para Karratha ou Port Hedland, e prevendo escalas mais longas caso faltem tripulantes. Seguradoras corporativas também podem precisar reavaliar os gatilhos das apólices para cobertura contra interrupção de viagens.
As ligações FIFO entre Perth e os remotos aeródromos de Pilbara e Kimberley são essenciais para os setores australianos de minério de ferro e GNL. Qualquer interrupção forçaria as empresas de recursos a adiar trocas de turno ou contratar aeronaves substitutas em caráter emergencial. Analistas estimam que até mesmo uma paralisação de um dia poderia deixar 6.000 trabalhadores retidos e causar prejuízos superiores a 40 milhões de dólares australianos em produtividade para as mineradoras.
O sindicato reivindica aumentos salariais que acompanhem os índices de custo de vida do continente e igualdade nos auxílios para pernoite em relação às equipes principais da Qantas. A Qantas argumenta que sua subsidiária Network Aviation já paga acima dos valores previstos e que a baixa demanda no transporte internacional de cargas limita a possibilidade de aumentos. As negociações na Comissão de Trabalho Justo serão retomadas esta semana.
Gestores de mobilidade que transferem funcionários ou contratados para projetos na Austrália Ocidental devem ativar planos de contingência — reservando tarifas flexíveis, considerando os voos públicos da Jetstar para Karratha ou Port Hedland, e prevendo escalas mais longas caso faltem tripulantes. Seguradoras corporativas também podem precisar reavaliar os gatilhos das apólices para cobertura contra interrupção de viagens.
Fonte: The West Australian