
Em uma reportagem exclusiva de 18 de junho, o site especializado Australian Frequent Flyer revelou que a Qantas abandonou os planos de construir uma sala VIP exclusiva para a Primeira Classe no aeroporto de Londres Heathrow, antes do lançamento do Projeto Sunrise. Em vez disso, a companhia aérea vai reformar sua sala VIP atual de dois andares, criando um espaço menor e mais sofisticado para clientes Platinum One e da Primeira Classe.
O CEO Internacional da Qantas, Cam Wallace, informou à imprensa que a empresa avaliou “três ou quatro espaços” no Terminal 3, mas nenhum justificava o investimento diante das incertezas sobre a alocação dos terminais. A sala reformada terá suítes de banho e adotará o conceito de jantar à la carte, semelhante ao da sala VIP em Auckland, porém, passageiros da classe executiva e membros Gold perderão o serviço à mesa durante as obras.
A construção será feita em etapas para que a sala permaneça parcialmente aberta, com conclusão prevista para “final de 2026”, pouco antes do início dos voos diretos Sydney-Londres com o A350, agora previstos para outubro de 2027. Durante os períodos de fechamento, a Qantas redirecionará os passageiros para salas parceiras, como a da Cathay Pacific.
Para programas de viagens corporativas, o anúncio significa que as limitações de capacidade em Heathrow vão persistir até 2027, e viajantes de alto padrão podem enfrentar redução nos serviços das salas VIP durante a reforma. Gestores de viagens devem considerar conexões com tempos maiores e informar executivos acostumados ao padrão da Primeira Classe sobre a redução temporária no serviço de alimentação.
A decisão evidencia a pressão sobre o orçamento de capital da Qantas, após a Airbus confirmar atrasos na entrega do A350-1000ULR. Enquanto isso, os envolvidos no setor aeroportuário esperam uma competição ainda maior por espaços premium nas salas VIP, à medida que outras companhias da oneworld modernizam suas instalações antes da reorganização dos slots em 2028.
O CEO Internacional da Qantas, Cam Wallace, informou à imprensa que a empresa avaliou “três ou quatro espaços” no Terminal 3, mas nenhum justificava o investimento diante das incertezas sobre a alocação dos terminais. A sala reformada terá suítes de banho e adotará o conceito de jantar à la carte, semelhante ao da sala VIP em Auckland, porém, passageiros da classe executiva e membros Gold perderão o serviço à mesa durante as obras.
A construção será feita em etapas para que a sala permaneça parcialmente aberta, com conclusão prevista para “final de 2026”, pouco antes do início dos voos diretos Sydney-Londres com o A350, agora previstos para outubro de 2027. Durante os períodos de fechamento, a Qantas redirecionará os passageiros para salas parceiras, como a da Cathay Pacific.
Para programas de viagens corporativas, o anúncio significa que as limitações de capacidade em Heathrow vão persistir até 2027, e viajantes de alto padrão podem enfrentar redução nos serviços das salas VIP durante a reforma. Gestores de viagens devem considerar conexões com tempos maiores e informar executivos acostumados ao padrão da Primeira Classe sobre a redução temporária no serviço de alimentação.
A decisão evidencia a pressão sobre o orçamento de capital da Qantas, após a Airbus confirmar atrasos na entrega do A350-1000ULR. Enquanto isso, os envolvidos no setor aeroportuário esperam uma competição ainda maior por espaços premium nas salas VIP, à medida que outras companhias da oneworld modernizam suas instalações antes da reorganização dos slots em 2028.
Fonte: Australian Frequent Flyer