
A Administração de Aviação Civil da China (CAAC) divulgou uma diretriz abrangente que exige que todos os aeroportos e companhias aéreas do continente ofereçam um serviço totalmente padronizado, do início ao fim, para passageiros com deficiência. Publicadas em 2 de julho, as medidas obrigam os operadores a fornecer assistência consistente — desde o desembarque na calçada, passando pelo check-in, segurança, embarque e retirada de bagagem, até as áreas de recepção. Pela primeira vez, as regras estabelecem um padrão nacional único, substituindo o atual mosaico de políticas específicas de cada companhia.
Aeroportos com mais de 10 milhões de passageiros anuais devem, até dezembro, criar balcões de atendimento dedicados, caminhos táteis no piso e sistemas auditivos de orientação, enquanto as companhias aéreas precisam treinar suas equipes de cabine no manuseio de dispositivos de mobilidade e na evacuação de emergência de usuários de cadeiras de rodas. O novo marco também introduz um modelo de “responsabilidade em circuito fechado”: caso qualquer etapa da jornada falhe, a entidade responsável deve arcar com indenizações e divulgar publicamente o ocorrido.
Espera-se que isso impulsione melhorias na infraestrutura, especialmente em aeroportos regionais que buscam atrair tráfego de conexão dos Deltas dos rios Yangtzé e Pérola. Para empregadores multinacionais, a diretriz reduz a incerteza ao deslocar funcionários com mobilidade reduzida pela vasta malha aérea doméstica chinesa. Os departamentos de viagens devem atualizar suas diretrizes internas de reserva para destacar a necessidade de declarar as demandas de assistência com pelo menos 48 horas de antecedência, permitindo que os aeroportos posicionem os equipamentos adequadamente.
Analistas do setor afirmam que a medida alinha a China às recomendações de acessibilidade da ICAO e pode incentivar países vizinhos da ASEAN a elevar seus próprios padrões de serviço, criando um ambiente mais equilibrado para viagens de negócios dentro da Ásia.
Aeroportos com mais de 10 milhões de passageiros anuais devem, até dezembro, criar balcões de atendimento dedicados, caminhos táteis no piso e sistemas auditivos de orientação, enquanto as companhias aéreas precisam treinar suas equipes de cabine no manuseio de dispositivos de mobilidade e na evacuação de emergência de usuários de cadeiras de rodas. O novo marco também introduz um modelo de “responsabilidade em circuito fechado”: caso qualquer etapa da jornada falhe, a entidade responsável deve arcar com indenizações e divulgar publicamente o ocorrido.
Espera-se que isso impulsione melhorias na infraestrutura, especialmente em aeroportos regionais que buscam atrair tráfego de conexão dos Deltas dos rios Yangtzé e Pérola. Para empregadores multinacionais, a diretriz reduz a incerteza ao deslocar funcionários com mobilidade reduzida pela vasta malha aérea doméstica chinesa. Os departamentos de viagens devem atualizar suas diretrizes internas de reserva para destacar a necessidade de declarar as demandas de assistência com pelo menos 48 horas de antecedência, permitindo que os aeroportos posicionem os equipamentos adequadamente.
Analistas do setor afirmam que a medida alinha a China às recomendações de acessibilidade da ICAO e pode incentivar países vizinhos da ASEAN a elevar seus próprios padrões de serviço, criando um ambiente mais equilibrado para viagens de negócios dentro da Ásia.
Fonte: Xinhua / www.gov.cn
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