
Com 90% de suas rotas pré-crise já restauradas, Emirates, Etihad, flydubai e Air Arabia superaram várias concorrentes asiáticas em volume de reservas, segundo agências de viagens dos Emirados Árabes Unidas que analisaram dados do Flightradar24 de meados de junho. A recuperação ocorre após meses de desvios causados pelo conflito entre Irã e EUA, que desviaram o tráfego dos hubs do Golfo. Com a flexibilização das restrições aéreas, os aeroportos dos Emirados se preparam para receber até três milhões de passageiros somente na primeira quinzena de julho.
Agentes relatam que os viajantes voltam a priorizar conectividade, pontualidade e franquia de bagagem — pontos em que os “superconectores” do Oriente Médio tradicionalmente se destacam. Preços competitivos continuam importantes, mas os viajantes corporativos dão cada vez mais peso ao tempo total da viagem e à consistência do serviço. “Quando Emirates e Etihad igualam as tarifas das companhias asiáticas, as rotas mais curtas via Dubai ou Abu Dhabi levam vantagem”, destaca Geoffrey Salatan, CEO da Geof Travel.
Essa mudança é relevante para programas multinacionais de mobilidade que dependem dos hubs do Golfo para deslocar funcionários entre Europa, África e Ásia. A retomada das frequências permite mais conexões no mesmo dia, reduzindo pernoites e riscos relacionados ao cuidado com os colaboradores. A capacidade de carga também aumentou, apoiando mudanças corporativas urgentes e envios de e-commerce.
Apesar disso, as companhias aéreas se preparam para desafios geopolíticos. O cessar-fogo entre EUA e Irã ainda é frágil, e seguradoras mantêm prêmios elevados para certas rotas. As empresas diversificam pontos de abastecimento de combustível e compram antecipadamente SAF (combustível de aviação sustentável) para se proteger contra a volatilidade.
Para os responsáveis pela mobilidade de RH, a principal conclusão é que a disponibilidade de assentos nas companhias preferidas voltou, mas as políticas de rotas alternativas devem permanecer vigentes ao longo de 2026.
Agentes relatam que os viajantes voltam a priorizar conectividade, pontualidade e franquia de bagagem — pontos em que os “superconectores” do Oriente Médio tradicionalmente se destacam. Preços competitivos continuam importantes, mas os viajantes corporativos dão cada vez mais peso ao tempo total da viagem e à consistência do serviço. “Quando Emirates e Etihad igualam as tarifas das companhias asiáticas, as rotas mais curtas via Dubai ou Abu Dhabi levam vantagem”, destaca Geoffrey Salatan, CEO da Geof Travel.
Essa mudança é relevante para programas multinacionais de mobilidade que dependem dos hubs do Golfo para deslocar funcionários entre Europa, África e Ásia. A retomada das frequências permite mais conexões no mesmo dia, reduzindo pernoites e riscos relacionados ao cuidado com os colaboradores. A capacidade de carga também aumentou, apoiando mudanças corporativas urgentes e envios de e-commerce.
Apesar disso, as companhias aéreas se preparam para desafios geopolíticos. O cessar-fogo entre EUA e Irã ainda é frágil, e seguradoras mantêm prêmios elevados para certas rotas. As empresas diversificam pontos de abastecimento de combustível e compram antecipadamente SAF (combustível de aviação sustentável) para se proteger contra a volatilidade.
Para os responsáveis pela mobilidade de RH, a principal conclusão é que a disponibilidade de assentos nas companhias preferidas voltou, mas as políticas de rotas alternativas devem permanecer vigentes ao longo de 2026.
Fonte: Khaleej Times
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