
O Ministério da Aviação Civil da Índia está novamente considerando conceder os aeroportos internacionais de Chennai e Kolkata a operadores privados por meio de um modelo de parceria público-privada (PPP), informaram altos funcionários ao Financial Express em 20 de outubro de 2026. Ambos os aeroportos são administrados pela Autoridade de Aeroportos da Índia (AAI) e atendem juntos 41 milhões de passageiros por ano, mas enfrentam problemas de congestionamento e terminais envelhecidos. O governo estadual de Tamil Nadu e a recém-eleita administração do BJP em Bengala Ocidental manifestaram apoio à privatização, desde que ela acelere as melhorias.
Segundo a proposta, a AAI manteria uma participação minoritária, enquanto um concessionário investiria na expansão dos terminais, nas instalações de carga e em tecnologia biométrica para o fluxo de passageiros, semelhante aos aeroportos de Delhi e Hyderabad. A iniciativa segue o modelo de privatizações anteriores em aeroportos já existentes, que atraíram mais de ₹35.000 crore em capital privado e elevaram os níveis de serviço, conforme dados do NITI Aayog.
Para programas de viagens corporativas, o impacto pode ser significativo. Chennai é um importante polo de serviços de TI e fabricação automotiva, enquanto Kolkata atende aos setores de chá, aço e fintech do leste da Índia. A melhoria na pontualidade e na capacidade dos lounges beneficiaria os expatriados que atualmente fazem conexões por Bengaluru ou Mumbai para evitar atrasos.
No entanto, sindicatos trabalhistas se opõem ao plano, citando preocupações com a segurança dos empregos e o aumento das taxas aeronáuticas. Gestores de mobilidade devem prever possíveis aumentos nas tarifas durante a fase de transição e acompanhar os avisos de realocação de slots assim que o acordo de concessão for finalizado.
Segundo a proposta, a AAI manteria uma participação minoritária, enquanto um concessionário investiria na expansão dos terminais, nas instalações de carga e em tecnologia biométrica para o fluxo de passageiros, semelhante aos aeroportos de Delhi e Hyderabad. A iniciativa segue o modelo de privatizações anteriores em aeroportos já existentes, que atraíram mais de ₹35.000 crore em capital privado e elevaram os níveis de serviço, conforme dados do NITI Aayog.
Para programas de viagens corporativas, o impacto pode ser significativo. Chennai é um importante polo de serviços de TI e fabricação automotiva, enquanto Kolkata atende aos setores de chá, aço e fintech do leste da Índia. A melhoria na pontualidade e na capacidade dos lounges beneficiaria os expatriados que atualmente fazem conexões por Bengaluru ou Mumbai para evitar atrasos.
No entanto, sindicatos trabalhistas se opõem ao plano, citando preocupações com a segurança dos empregos e o aumento das taxas aeronáuticas. Gestores de mobilidade devem prever possíveis aumentos nas tarifas durante a fase de transição e acompanhar os avisos de realocação de slots assim que o acordo de concessão for finalizado.
Fonte: Financial Express
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