
A partir de 16 de junho, Hong Kong implementou um mecanismo de triagem em duas etapas no âmbito do seu Esquema Suplementar de Trabalho Reforçado. A Fase 2 agora abrange cargos de linha de frente no setor de alimentos e bebidas — desde cozinheiros e chefs de churrasco até caixas e garçons — aumentando a proporção exigida de funcionários locais para importados de 2:1 para 3:1 e estendendo o período obrigatório de recrutamento local para seis semanas. Os empregadores também devem participar de feiras de emprego a cada duas semanas durante o processo de contratação.
As deduções de acomodação dos salários podem chegar a 20% (antes era 10%), desde que o valor não ultrapasse os custos reais, enquanto empresas que contratam pessoas com deficiência contam com uma proporção especial de 1:1. Reincidentes que violarem as regras do esquema poderão ser banidos cumulativamente por até cinco anos, e o Departamento do Trabalho divulgará publicamente as empresas sancionadas.
As autoridades afirmam que as mudanças respondem aos contínuos desajustes de mão de obra: entre setembro de 2025 e maio de 2026, restaurantes ofereceram 4.100 vagas, mas apenas 720 locais compareceram às entrevistas e apenas 12 aceitaram os empregos.
Grupos do setor aprovam a flexibilidade para alocar funcionários importados em cinco distritos administrativos, mas alertam que a proporção mais rigorosa de 3:1 pode frear a expansão de redes de médio porte. Para equipes de mobilidade global, a mensagem é dupla: os prazos para obtenção de vistos para funcionários do setor de alimentação vão aumentar, e as empresas devem mapear toda a estrutura de pessoal — cozinha e atendimento — antes de solicitar, pois a proporção 3:1 é calculada por seção. O RH também deve prever maiores descontos para acomodação e considerar a possibilidade de divulgação pública de infrações nas avaliações de risco reputacional.
As deduções de acomodação dos salários podem chegar a 20% (antes era 10%), desde que o valor não ultrapasse os custos reais, enquanto empresas que contratam pessoas com deficiência contam com uma proporção especial de 1:1. Reincidentes que violarem as regras do esquema poderão ser banidos cumulativamente por até cinco anos, e o Departamento do Trabalho divulgará publicamente as empresas sancionadas.
As autoridades afirmam que as mudanças respondem aos contínuos desajustes de mão de obra: entre setembro de 2025 e maio de 2026, restaurantes ofereceram 4.100 vagas, mas apenas 720 locais compareceram às entrevistas e apenas 12 aceitaram os empregos.
Grupos do setor aprovam a flexibilidade para alocar funcionários importados em cinco distritos administrativos, mas alertam que a proporção mais rigorosa de 3:1 pode frear a expansão de redes de médio porte. Para equipes de mobilidade global, a mensagem é dupla: os prazos para obtenção de vistos para funcionários do setor de alimentação vão aumentar, e as empresas devem mapear toda a estrutura de pessoal — cozinha e atendimento — antes de solicitar, pois a proporção 3:1 é calculada por seção. O RH também deve prever maiores descontos para acomodação e considerar a possibilidade de divulgação pública de infrações nas avaliações de risco reputacional.
Fonte: Wen Wei Po