
A Thai Airways International aumentou discretamente a capacidade na rota Bruxelas–Bangkok ao substituir o habitual Boeing 787-8 Dreamliner pelo maior 787-9, adicionando quatorze assentos — incluindo oito novas poltronas executivas com reclinação total — em cada voo. A mudança, que entrou em vigor na semana passada e foi confirmada oficialmente em 22 de junho, antecede a ofensiva europeia de verão da companhia do Sudeste Asiático, que também inclui uma nova conexão diária para Amsterdã.
Para as empresas belgas, essa melhoria representa um aumento bem-vindo na oferta de assentos na classe premium em uma das rotas diretas para a Ásia mais procuradas. Segundo a empresa de gestão de viagens BCD Belgium, a demanda por itinerários Bélgica-Tailândia já está 18% acima dos volumes de 2025, impulsionada por exportadores dos setores farmacêutico, de engenharia e agroalimentar que retomaram visitas presenciais aos polos industriais tailandeses em Chonburi e Rayong.
O 787-9 também oferece maior capacidade de carga — essencial para o transporte de produtos farmacêuticos que exigem controle de temperatura — graças ao seu porão mais amplo. O terminal de cargas do Aeroporto de Bruxelas tem registrado crescimento constante no volume de mercadorias destinadas ao Sudeste Asiático desde a retomada das negociações de livre comércio entre UE e Tailândia no ano passado. Empresas de logística como a DHL Global Forwarding esperam que o espaço extra no porão inferior reduza em até um dia o tempo de algumas rotas de cross-docking.
Os compradores de viagens devem observar que a Thai Airways ainda não ajustou suas classes tarifárias publicadas; no entanto, o aumento no número de assentos já tem pressionado para baixo os preços de última hora na cabine premium durante a semana, o que pode ser vantajoso na movimentada temporada de conferências do terceiro trimestre em Bangkok. A companhia indicou que, caso a taxa de ocupação permaneça acima de 85%, poderá considerar a retomada de uma segunda frequência semanal, suspensa durante a pandemia.
Do ponto de vista da política de mobilidade, essa mudança ressalta a importância de monitorar não apenas a frequência dos voos, mas também as trocas de aeronaves. Aviões maiores e mais modernos podem impactar avaliações de segurança, pegada de carbono e estrutura de custos — fatores essenciais para as equipes de RH e compras ao atualizarem suas listas de fornecedores preferenciais para 2027.
Para as empresas belgas, essa melhoria representa um aumento bem-vindo na oferta de assentos na classe premium em uma das rotas diretas para a Ásia mais procuradas. Segundo a empresa de gestão de viagens BCD Belgium, a demanda por itinerários Bélgica-Tailândia já está 18% acima dos volumes de 2025, impulsionada por exportadores dos setores farmacêutico, de engenharia e agroalimentar que retomaram visitas presenciais aos polos industriais tailandeses em Chonburi e Rayong.
O 787-9 também oferece maior capacidade de carga — essencial para o transporte de produtos farmacêuticos que exigem controle de temperatura — graças ao seu porão mais amplo. O terminal de cargas do Aeroporto de Bruxelas tem registrado crescimento constante no volume de mercadorias destinadas ao Sudeste Asiático desde a retomada das negociações de livre comércio entre UE e Tailândia no ano passado. Empresas de logística como a DHL Global Forwarding esperam que o espaço extra no porão inferior reduza em até um dia o tempo de algumas rotas de cross-docking.
Os compradores de viagens devem observar que a Thai Airways ainda não ajustou suas classes tarifárias publicadas; no entanto, o aumento no número de assentos já tem pressionado para baixo os preços de última hora na cabine premium durante a semana, o que pode ser vantajoso na movimentada temporada de conferências do terceiro trimestre em Bangkok. A companhia indicou que, caso a taxa de ocupação permaneça acima de 85%, poderá considerar a retomada de uma segunda frequência semanal, suspensa durante a pandemia.
Do ponto de vista da política de mobilidade, essa mudança ressalta a importância de monitorar não apenas a frequência dos voos, mas também as trocas de aeronaves. Aviões maiores e mais modernos podem impactar avaliações de segurança, pegada de carbono e estrutura de custos — fatores essenciais para as equipes de RH e compras ao atualizarem suas listas de fornecedores preferenciais para 2027.
Fonte: Luchtvaartnieuws