
Empresas belgas que frequentemente transferem funcionários de fora da UE para dentro e fora do país devem se preparar para uma nova realidade no controle de fronteiras quando seus colaboradores chegarem a Bruxelas de avião ou passarem pelo Porto de Antuérpia. A Comissão Europeia confirmou, em 27 de julho, que o Sistema de Entrada/Saída de Schengen (EES) está totalmente operacional há mais de 100 dias e já registrou mais de 145 milhões de movimentações nas fronteiras externas do bloco.
O sistema biométrico registra automaticamente os dados do passaporte, impressões digitais e imagem facial de todos os nacionais de países terceiros em estadia curta, calculando quantos dias restam do limite de 90/180 dias permitido no espaço Schengen. Embora a tecnologia tenha sido criada para agilizar os controles e eliminar carimbos no passaporte, muitos gestores de mobilidade global ainda têm dúvidas sobre quem está – ou não – incluído no sistema.
Hoje, Bruxelas divulgou uma lista concisa de isenções: portadores de passaportes da UE, EEE ou Suíça, residentes e titulares de vistos de longa duração (incluindo portadores do visto D belga), além de familiares de cidadãos da UE com cartão de residência, não serão cadastrados no EES.
Para multinacionais com sede na Bélgica, essa clarificação é importante. Transferidos internos que chegam com Permissão Única ou Cartão Azul da UE ficarão fora do banco de dados, o que significa que as equipes de RH não precisam se preocupar com alertas de “excesso de permanência” para essas categorias. Por outro lado, visitantes de negócios com passaportes isentos de visto – como engenheiros americanos que vêm para uma instalação de três semanas – serão monitorados integralmente.
As empresas, portanto, devem contabilizar cuidadosamente cada dia no espaço Schengen; ao atingir 90 dias, a reentrada será negada, independentemente do status de autorização de trabalho na Bélgica.
Dica prática: oriente os colaboradores a reservarem tempo extra na primeira entrada, pois o cadastro biométrico pode levar alguns minutos a mais. Enquanto os portões eletrônicos automáticos não forem instalados em Bruxelas e Charleroi, os guichês manuais continuarão em uso, o que pode aumentar as filas em períodos de pico. As organizações devem considerar isso nos cronogramas de viagem e, sempre que possível, combinar deslocamentos para não ultrapassar o limite de 90 dias.
O sistema biométrico registra automaticamente os dados do passaporte, impressões digitais e imagem facial de todos os nacionais de países terceiros em estadia curta, calculando quantos dias restam do limite de 90/180 dias permitido no espaço Schengen. Embora a tecnologia tenha sido criada para agilizar os controles e eliminar carimbos no passaporte, muitos gestores de mobilidade global ainda têm dúvidas sobre quem está – ou não – incluído no sistema.
Hoje, Bruxelas divulgou uma lista concisa de isenções: portadores de passaportes da UE, EEE ou Suíça, residentes e titulares de vistos de longa duração (incluindo portadores do visto D belga), além de familiares de cidadãos da UE com cartão de residência, não serão cadastrados no EES.
Para multinacionais com sede na Bélgica, essa clarificação é importante. Transferidos internos que chegam com Permissão Única ou Cartão Azul da UE ficarão fora do banco de dados, o que significa que as equipes de RH não precisam se preocupar com alertas de “excesso de permanência” para essas categorias. Por outro lado, visitantes de negócios com passaportes isentos de visto – como engenheiros americanos que vêm para uma instalação de três semanas – serão monitorados integralmente.
As empresas, portanto, devem contabilizar cuidadosamente cada dia no espaço Schengen; ao atingir 90 dias, a reentrada será negada, independentemente do status de autorização de trabalho na Bélgica.
Dica prática: oriente os colaboradores a reservarem tempo extra na primeira entrada, pois o cadastro biométrico pode levar alguns minutos a mais. Enquanto os portões eletrônicos automáticos não forem instalados em Bruxelas e Charleroi, os guichês manuais continuarão em uso, o que pode aumentar as filas em períodos de pico. As organizações devem considerar isso nos cronogramas de viagem e, sempre que possível, combinar deslocamentos para não ultrapassar o limite de 90 dias.
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