
Enfrentando um recorde de 96.000 reclamações de direitos dos passageiros perante a Agência de Transporte do Canadá (CTA), a Air Canada lançou um projeto-piloto que direciona 500 casos para um árbitro independente financiado pela própria companhia aérea. Anunciado em 8 de abril, o programa é conduzido pelo grupo britânico CDRL e promete uma decisão em até 90 dias após o recebimento de todas as informações completas.
No âmbito do teste, os reclamantes selecionados — aqueles que buscam reembolsos ou compensações por atrasos e cancelamentos — podem optar por esse processo paralelo sem perder sua posição na fila da CTA. As decisões ainda não são vinculativas, mas a Air Canada afirma que, se o piloto for bem-sucedido, poderá abrir caminho para uma alternativa permanente e mais rápida, além de reduzir as taxas pagas pelas companhias aéreas ao regulador por cada reclamação.
Defensores dos consumidores se mostram céticos. Gábor Lukács, fundador do Air Passenger Rights, comparou a iniciativa a “deixar o melhor amigo do seu ex mediar seu divórcio”, destacando a baixa avaliação da CDRL no Trustpilot. Críticos alertam que o programa pode gerar confusão ao criar múltiplos canais de resolução de disputas, em vez de simplificar o sistema atual.
Para viajantes a negócios e departamentos de viagens corporativas, o acúmulo de processos tem custos reais: reembolsos atrasados travam relatórios de despesas e comprometem programas de duty of care. Se o experimento da Air Canada conseguir reduzir o tempo de espera de anos para meses, pode se tornar um modelo para outras companhias e pressionar Ottawa a concluir as reformas há muito prometidas nas Regulamentações de Proteção ao Passageiro Aéreo.
Gestores de mobilidade global devem informar os funcionários de que o resultado da arbitragem ainda não é vinculativo e que os participantes podem recorrer à CTA caso fiquem insatisfeitos. Também é importante acompanhar se outras companhias aéreas adotam programas semelhantes, o que pode impactar os prazos de compensação em itinerários com múltiplas transportadoras.
No âmbito do teste, os reclamantes selecionados — aqueles que buscam reembolsos ou compensações por atrasos e cancelamentos — podem optar por esse processo paralelo sem perder sua posição na fila da CTA. As decisões ainda não são vinculativas, mas a Air Canada afirma que, se o piloto for bem-sucedido, poderá abrir caminho para uma alternativa permanente e mais rápida, além de reduzir as taxas pagas pelas companhias aéreas ao regulador por cada reclamação.
Defensores dos consumidores se mostram céticos. Gábor Lukács, fundador do Air Passenger Rights, comparou a iniciativa a “deixar o melhor amigo do seu ex mediar seu divórcio”, destacando a baixa avaliação da CDRL no Trustpilot. Críticos alertam que o programa pode gerar confusão ao criar múltiplos canais de resolução de disputas, em vez de simplificar o sistema atual.
Para viajantes a negócios e departamentos de viagens corporativas, o acúmulo de processos tem custos reais: reembolsos atrasados travam relatórios de despesas e comprometem programas de duty of care. Se o experimento da Air Canada conseguir reduzir o tempo de espera de anos para meses, pode se tornar um modelo para outras companhias e pressionar Ottawa a concluir as reformas há muito prometidas nas Regulamentações de Proteção ao Passageiro Aéreo.
Gestores de mobilidade global devem informar os funcionários de que o resultado da arbitragem ainda não é vinculativo e que os participantes podem recorrer à CTA caso fiquem insatisfeitos. Também é importante acompanhar se outras companhias aéreas adotam programas semelhantes, o que pode impactar os prazos de compensação em itinerários com múltiplas transportadoras.
Fonte: CityNews
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Canadá.Mais de Canadá
Ver tudo
Canadá Oferece Período de Alívio de Seis Meses para Residentes Temporários Afetados por Desastres
Halifax realiza seu primeiro voo direto para Barbados enquanto Air Canada amplia rota pelo Atlântico